Artigo
Jhonata Rebouças · Maio 1, 2021 5min de leitura
Serviço adaptável a diferentes consultas SQL

O mesmo serviço com a possibilidade de receber várias consultas SQL diferentes e sempre entregar o resultado independente de quantas colunas distintas tenham essas diferentes consultas. Aqui demonstro como pode ser possível montar esse tipo de serviço utilizando o Service Bus da Intersystems.

Possível cenário (Desconsiderar o uso de um BI):

Vamos pensar em um painel real time onde iremos fornecer as informações de consumo de um material por região para o setor de compras e teremos as informações do nome do produto, fabricante e quantidade por exemplo.

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Olá a todos,

Estamos atualmente em processo de implementação de APIs REST usando IRIS e também estamos analisando o uso do Intersystems API Manager.

Nosso objetivo é implementar uma arquitetura de micro serviços onde os serviços são pequenos em tamanho, delimitados por contextos, desenvolvidos de forma autônoma e implementáveis de forma independente.

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Tenho um fornecedor que está enviando uma mensagem HL7. Mas quando perguntei por mais detalhes sobre suas tabelas de mapeamento, eles me disseram que normalmente não fornecem isso, mas fornecem uma API para os clientes chamarem, para que eles não tenham que definir tabelas e é mais dinâmica.

Dito isso, estou criando minha primeira operação REST. Eu entendo a essência de como uma operação REST funciona por já ter trabalhado com outros tipos de operações não HL7 (SOAP, SQL) antes. Você envia um pedido e recebe uma resposta, essa parte eu entendo.

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Por padrão, o InterSystems IRIS expõe seus endpoints usando http, mas pode ser necessário executar https em seu ambiente de desenvolvimento e / ou obter acesso público à Internet para seu aplicativo. Você pode comprar ou obter um certificado e configurar um gateway, gastando muitas horas ou usando um ótimo serviço público chamado ngrok. Siga os passos:

1 - Execute seu aplicativo, usarei o template FHIR como amostra, veja:

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InterSystems Oficial
Stefan Wittmann · Fev. 18, 2021
Lançada a nova versão 1.5.0.9 do IAM

Publicado o novo lançamento da versão 1.5 do InterSystems API Manager (IAM).

O contêiner do IAM, incluindo todos os artefatos necessários para realizar a atualização a partir de versões anteriores do IAM podem ser baixados do site de Distribuição de Software do WRC na área de Componentes.

O número de registro deste lançamento é  IAM 1.5.0.9-4.

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Olá comunidade,

  O OpenAPI-Client Gen acaba de ser lançado, este é um aplicativo para criar um cliente de produção de interoperabilidade IRIS a partir da especificação Swagger 2.0.

  Em vez da ferramenta existente ^%REST que cria um aplicativo REST do lado do servidor, o OpenAPI-Client Gen cria um modelo de cliente de produção de interoperabilidade REST completo.

 

Instalação por ZPM:

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Nesta série de artigos de três partes, é mostrado como você pode usar o IAM para simplesmente adicionar segurança, de acordo com os padrões do OAuth 2.0, a um serviço não autenticado anteriormente implantado no IRIS.

Na primeira parte, foram fornecidos alguns conhecimentos sobre o OAuth 2.0, juntamente com algumas definições e configurações iniciais do IRIS e IAM, para facilitar a compreensão de todo o processo de proteção dos seus serviços.

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Neste artigo eu gostaria de falar sobre a abordagem de especificação primeiro (spec-first) para o desenvolvimento de APIs REST.

Embora o desenvolvimento de API REST com código primeiro (code-first) tradicional seja assim:

  • Escrever o código
  • Habilitando-o com REST
  • Documentando-o (como uma API REST)

A especificação primeiro (spec-first) segue os mesmos passo, mas ao contrário. Começamos com uma especificação, também usando-a como documentação, geramos uma aplicação REST padrão a partir dela e, finalmente, escrevemos alguma lógica de negócios.

Isso é vantajoso porque:

  • Você sempre tem uma documentação relevante e útil para desenvolvedores externos ou front-end que desejam usar sua API REST
  • A especificação criada em OAS (Swagger) pode ser importada em uma variedade de ferramentas permitindo edição, geração de cliente, gerenciamento de API, teste de unidade e automação ou simplificação de muitas outras tarefas
  • Arquitetura de API aprimorada.  Na abordagem de código primeiro (code-first), a API é desenvolvida método a método então um desenvolvedor pode facilmente perder o controle da arquitetura geral da API, no entanto, com a especificação primeiro (spec-first), o desenvolvedor é forçado a interagir com uma API a partir da posição de um consumidor de API, o que geralmente ajuda no design de uma arquitetura melhor da API.
  • Desenvolvimento mais rápido - como todo código padrão é gerado automaticamente, você não terá que escrevê-lo, tudo o que resta é desenvolver a lógica de negócios.
  • Loops de feedback mais rápidos - os consumidores podem obter uma visão da API imediatamente e podem oferecer sugestões com mais facilidade, simplesmente modificando as especificações
    Vamos desenvolver nossa API em uma abordagem de especificação primeiro!
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Introdução

Estamos na era da economia multi-plataforma, e as API's são a "liga" deste cenário digital. Sendo tão importantes, elas são encaradas por desenvolvedores como um serviço ou produto a ser consumido. Assim sendo, a experiência na sua utilização é um fator crucial de sucesso.

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Introdução

Hoje em dia existem muitas aplicações que estão usando o Open Authorization framework (OAuth) para acessar recursos de todos os tipos de serviços de maneira segura, confiável e eficiente. O InterSystems IRIS já é compatível com a estrutura OAuth 2.0, na verdade, há um ótimo artigo na comunidade sobre OAuth 2.0 e InterSystems IRIS no seguinte link aqui.

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