Durante minhas primeiras semanas estudando IRIS, cheguei a um momento que mudou bastante minha forma de olhar para essa plataforma. Eu estava explorando uma classe persistente simples, daquelas que a gente cria seguindo qualquer tutorial introdutório, e decidi abrir o Management Portal para ver como os dados estavam armazenados de fato. Esperava encontrar algo parecido com uma tabela do SQL Server, com linhas e colunas bem definidas. Em vez disso, encontrei uma global.
Para quem vem do modelo relacional, como é o meu caso, isso quebra um pouco a intuição.


