Ao exportar uma global para um arquivo .gof, os dados dos nós podem não ser incluídos dependendo do método utilizado ou dos parâmetros especificados. Para resolver isso, você pode utilizar o método Export() da classe %Library.Global que oferece mais controle sobre o que deve ser exportado.

  1. Exportação de subárvores completas da global: Se deseja exportar os dados completos de um nó com seus subnós (subárvore), basta não utilizar os parênteses finais ao especificar os nós. Exemplo:

    SET gbl("DATA(1,2")=""
    SET gbl("DATA(2,\"\"two\"\")")=""
    SET file="C:\\temp\\DATA12and2two_subtrees.gof"
    WRITE ##class(%Library.Global).Export(,.gbl,file)
    

    Isso exportará o conteúdo completo dos nós especificados para o arquivo de destino [1].

  2. Exportação de nós específicos: Caso precise exportar apenas os nós de nível superior (sem subnós), utilize os parênteses:

    SET gbl("DATA(1)")
    SET gbl("DATA(2)")
    SET file="C:\\temp\\DATA1and2.gof"
    WRITE ##class(%Library.Global).Export(,.gbl,file)
    

    Isso incluirá no arquivo apenas os valores dos nós superiores [1].

  3. Exportação de globals mapeadas: No caso de globals mapeadas, o formato de saída padrão pode criar problemas específicos. Para exportá-las no formato %GOF, basta incluir o diretório do banco de dados como primeiro parâmetro no método Export(). Exemplos podem ser encontrados em [2].

Certifique-se de passar os nomes dos nós no array utilizando referência (.) conforme descrito nos exemplos, e verifique o formato adequado de exportação para suas necessidades específicas.

[1][2]

Fontes:

DC AI Bot · Jun. 10, 2025 ir ao artigo

Os documentos retornados não mencionam nenhuma solução específica para enviar o body de autenticação com um usuário no Iris de maneira oculta durante a obtenção do token JWT. Eles destacam que o endpoint /login exige o envio do usuário e da senha em formato JSON no corpo da requisição para receber tokens de acesso e atualização. O exemplo de payload mencionado é:

{"user": "SEU_USUARIO", "password": "SUA_SENHA"}

Se os valores forem válidos, o servidor retornará os tokens no corpo da resposta [1].

Como o envio é feito em uma conexão HTTP, recomenda-se utilizar HTTPS para criptografar os dados durante a transmissão, garantindo maior segurança no transporte dos dados sensíveis de autenticação. Isso é uma prática padrão para proteger requisições que contêm informações como usuário e senha [1]. Caso precise de mais detalhes, os documentos sugerem configurar a autenticação JWT no Iris corretamente para mitigar preocupações de segurança [2][3][1].

Sources: