Trabalhando em TI na área da saúde como um desenvolvedor iniciante, especialmente com o InterSystems TrakCare, você rapidamente percebe uma coisa: não se trata apenas de mensagens HL7 ou integrações de backend. Uma grande parte de fazer o TrakCare funcionar bem nos hospitais depende de como ele é configurado, customizado e suportado no lado da aplicação.
É aí que entram pessoas como eu — desenvolvedores tecno-funcionais que entendem tanto a parte técnica quanto o impacto nos fluxos reais de trabalho hospitalares.


